Tu ves
Vos vedes?
em verdes
Não?
então
enveredes
nos meus matizes
de um países, Brasius,
por uns trizes
um singular plural,
todo continental
de magnatrixes
deslizes
esquisitices
um povareu de tristes
mas ao todo
felizes
Pa ra do xal

Há quem vista a camisatorce pelo timeaté morrer ou matarMas, estou falando de viveraté mesmo surpreenderapreenderpois, esses, já provaramque situação escabrosatorcida escandalosaviolentanão sustenta paixãosó sinalizaque nada há de bomdebaixo do moletoncom o brasãoLá vem o benedetto Barueripaulistapelas tabelascom fome de grama e telaque balança a rede com o golDoce futebol,peladona, várzea,segundona,os primeiros entre os últimosdesponta numa correriade zebrasassustamanônimossão sinônimos de acertara peleja com os maioraisenfrentam os demônioscheios de placar
por sorteestava aliaquele nacode espaçoquenecessariamentenão era a melhor partemas, eracertamenteum vislumbrede portacomo fruta verdeno pécomo uma mentiralavadaque soauma meia-verdademeioc'est finia tragédialidanão vividaassim,a notícia do diavaialeatoriamentesem serinvestigadaconferidaora, não torça o narizeu- e você? -nada mais que um mero aprendiz
às vezes,
uma voz contundente
se cala
de repente
esvai-se sua harmonia
sua poesia
sua musicalidade
sua verdade
sua força
inegabilidade
ainda ao reverberar
seu impassível silêncio
ressoa
em luzes
pela impassível
eternidade
Ribeirão Preto
desemboca aqui
sob o canto
madrugador do
bem te vi
sua ribeiragem
reluz em anel
de verde canavial
a margem rubra
arde em álcool
açucar
sedimenta
de vez
o café mogiano
a via férrea
e boiadeira
derrama-se
em estouro
sobre
o aquifero
Guarani